Aquário com peixes da bacia do São Francisco é inaugurado

 

Na última sexta-feira, 5, Belo Horizonte ganhou uma nova atração, o Aquário da Prefeitura – Bacia do Rio São Francisco. Ele é o maior de água doce do Brasil, tem aproximadamente 3 mil metros quadrados, e possui 1.200 peixes de 40 espécies, que vivem exclusivamente na Bacia do Rio São Francisco, que estão distribuídos em 22 tanques.

Entre as espécies que poderão ser vistas pelos visitantes estão mandi prata, cascudo, pirambeba, surubim, piau-três-pintas, piau verdadeiro, piau branco, mandi amarelo, manjuba, dourado, piaba rapadura, piaba-do-rabo-vermelho, piaba-do-rabo-amarelo, cascudo e matrinxã.

Houve preocupação também com a ambientação, por isso foram colocados pedaços de madeira curtidos, pedras, areia, cascalho e plantas aquáticas, tudo de acordo com a necessidade da espécie que está no tanque. Em alguns locais do aquário foram disponibilizadas informações sobre o São Francisco para possibilitar ao visitante uma maior compreensão do que está sendo apresentado.

Além dos tanques há um auditório, com 100 lugares e um moderno aparato tecnológicos, reservado para apresentações de documentários sobre o Velho Chico e organizações de eventos sobre o tema.

Localizado no Jardim Zoológico o Aquário foi construído através de uma parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte e a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH). A obra iniciada em 2006 custou cerca de R$ 5,5 milhões.

Por Andreza M. Barcelos

Noite de comemoração e espetáculos

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O relógio marcava 19h. A noite belo-horizontina se inicia e junto suas atrações. Bilheteria enchendo, pessoas subindo e descendo escadas, corre-corre dentro do Galpão Cine Horto e muita euforia lá fora. A fila já está enorme, tanto a de entrada quanto a de compra de ingressos, e a impaciência para que permitam a entrada se revela.

Para surpresa, e também conter um pouco a exaltação de ânimos, um casal de divertidos mestres de cerimônias aparecem em meio ao hall com chapeuzinhos de festa e taça de champanhe, para quê? Para comemorar os 10 anos do Festival Cenas Curtas.

Enfim, a entrada foi autorizada e o divertido casal guiou o público por um caminho que hospedava quadros em suas paredes que contavam a história do festival, ano a ano até chegar ao ano de 2009, o qual a comemoração teve direito a bolo confeitado, personalizado e balas delícias.

Ingresso entregue, ficha de votação de melhor cena nas mãos, está na hora de entrar no teatro, todos acomodados em seus lugares, ou melhor, quase todos, já que muitos infelizmente não entraram por falta de lugares, aguardando o início do Cenas Curtas 2009.

A luzes se apagam e um vídeo retrospectivo com depoimentos e imagens sobre os 10 anos de Festival é projetado e apresentado ao público. Findo o vídeo, aviso para que desliguem os celulares: vai começar!

Palhaços em cena com direito a participação da platéia, eram os convidados do Grupo Compalhaçada. A cena “Boxe com palhaçada”, que venceu o Festival Breves Cenas da cidade de Manaus, conta sobre dois palhaços que disputam o coração e o amor da palhaça em um ringue de boxe.

Vermelho, branco, preto, cores foscas e um tom de mistério no ar, a cena “Malevolência”, dirigida por Jonnatha Horta, trouxe à mostra a perversão que está dentro de cada ser humano, independente de religião, credo ou cor.

Em seguida, a saga das cinco cabeças que há mais ou menos 27 anos estão na estação à espera der um trem e de Nick Van Drick, que foi comprar cigarros e nunca mais voltou, era a cena dirigida por Byron O’Neill, “5 cabeças a espera de um trem”.

Um miserável, alcoólatra e que morreu por uma indignação. Na cena “O caminho do cemitério” o público é conduzido por narrações, de Cristina Vilaça e Marcelo Cordeiro, que nos faz pensar sobre os motivos que cada um tem para agir de diversas formas perante sua vida.

Uma voz canta ao fundo, vídeos são projetados no tecido branco e dois corpos estão estirados no chão, “Para aqueles que lavaram as mãos” veio diretamente de São Paulo, com direção de Renato Belelli, para colocar em discussão a situação da busca pela identidade masculina.

As luzes se acendem. Pronto, cinco cenas apresentadas, mas só quatro estão em votação, é hora de votar na melhor da noite. Escolha feita, ficha entregue, caminho de saída, afinal já são 23h45. Alguns seguem para o bar outros para casa. O teatro esvazia-se, mas fica uma certeza, amanhã a casa volta a lotar, afinal, hoje foi apenas o início, o primeiro dia do festival.

 

  

Por Andreza Martins Barcelos

Não fique à espera!

5 CABEÇAS 

Com desejo de participar do Festival Cenas Curtas, o diretor Byron O’Neill e sua equipe correram a trás do trem, ou melhor, estão a espera de um trem, quer dizer, eles se juntaram para produzir a cena “5 cabeças a espera de um trem”. Confusões à parte, diferentemente do título da cena seus produtores não ficaram a espera e sim correram em frente com o processo de elaboração da cena que segundo Byron “foi muito trabalhoso, porém, muito gostoso”.

 Nem trabalho, nem estudo foi motivo para atrapalhar o processo de produção, que aconteceu muitas vezes em horários “alternativos”, nunca antes das 22 horas. A amizade entre os integrantes do grupo foi muito importante durante esse período, o texto e as músicas foram feitos em meio à descontração de exercícios de improvisações e jogos cênicos. “Quando trabalhamos entre amigos tudo fica mais fácil”, diz Byron.

 As influências adotadas são muitas, filmes, livros, peças teatrais e até mesmo os próprios integrantes do grupo.  A maioria da equipe é estreante no Festival, Marcelo Aléssio, que tem a função de apoiador de cena, no ano de 2008 participou como ator em “Como uma flor e um cachorro”.

 Byron conta que o título foi dado pelo fato de que na cena é retratado que 5 cabeças estão há espera de um trem há 27 anos, e deixa o recado: “o importante não é saber de onde vem o trem e sim para onde ele vai”.

 Então… Embarque nessa viagem! Mas com cautela, não vão perder a cabeça!

 

 

Por Andreza Martins Barcelos

Publicado em http://blogcenascurtas.blogspot.com/

Mercado do Riso estréia com Rafinha Bastos

 

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O último domingo (26) marcou a estréia do projeto “Mercado do Riso” no Minascentro, com a apresentação inédita em Belo Horizonte do comediante Rafinha Bastos.

Com o objetivo de inserir a capital mineira no percurso das apresentações de stand-up comedy a Produtora Box juntamente com a Rei Valadares Produções, Rio de Janeiro, criou o Mercado do Riso. Um projeto trará mensalmente à capital mineira um representante do segmento humorístico.

O gaúcho Rafinha Bastos, ator e jornalista, iniciou em 2004 suas apresentações que ficaram conhecidas principalmente através da internet e que agora faz parte do programa CQC (Custe o que custar) da BAND. O espetáculo “A Arte do Insulto” trata humoristicamente de episódios da vida cotidiana já passou por várias capitais e principais cidades brasileiras.

Após três anos de espera o espetáculo chegou à BH. “Há muito tempo queria me apresentar aqui” conta Rafinha. Seria única apresentação, porém, com a demanda do público que não queria perder a oportunidade de assistir a apresentação de Rafinha foi aberta uma sessão extra. “Sempre vejo os vídeos dele no you tube e não podia deixar de vê-lo pessoalmente”, conta a fã Marianne Siqueira.

Rafinha lotou o Teatro Topázio, que comporta 1.715 pessoas, nas duas apresentações do domingo. A próxima atração do Mercado do Riso é Danilo Gentilli comediante e jornalista companheiro de Rafinha no programa CQC, da Band.

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Andreza M. Barcelos

Site BH Eventos

Anime Festival: evento de desenho japonês agita BH

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No último final de semana, 18 e 19, a capital mineira sediou o 10º Anime Festival Party, que aconteceu no colégio Marista Dom Silvério, no bairro São Pedro. O evento reuniu dezenas de atividades em um mesmo local e um público de quase 6.000 pessoas nos dois dias.

O festival é organizado desde 1999, pela Animecon Eventos de São Paulo, mas devido ao grande público mineiro aficionado por desenhos japoneses – ou animes como são conhecidos, decidiram em 2006 vir para Minas Gerais, o que tornou mais viável o acesso dos fãs ao festival. “Juntou o útil ao agradável” diz César Ikko idealizador do festival.

São inúmeras as atividades oferecidas durante o festival, dentre elas está workshop de desenho de mangá, sala para partidas de fliperama, exposição de ilustrações, karaokê e jogos de estratégias que “além de estratégia há a coleção das peças” ensina Lex Luthor, biólogo e professor de jogos de batalha de mesa.

O público vai desde crianças, “adoro anime, vejo todos os dias” Paulo Terra, 11, passa por adolescentes, “desde os 12 anos assisto desenhos japoneses” Sanny Moreira, 17, chegando aos adultos “sempre gostei de animes e desde 2005 compareço nos festivais como cosplayer” afirma Renato Colotto, 41.

Umas das restrições do evento é quanto ao uso de réplicas de armas. Só podem ser utilizadas as feitas de plástico, madeira ou resina. Por ser um evento familiar, a organização optou pela não venda de bebidas alcoólicas “meu filho curte muito o evento e é tranqüilizante saber que não vende esse tipo de bebida” diz Simone Miranda, mãe de cosplayer.

A atração principal foi o concurso de cosplayer. Várias pessoas se fantasiaram de inúmeros personagens de desenhos japoneses e também de personagens de filmes. A novidade dessa edição foi a premiação no valor de R$1.000,00 para o melhor cosplayer na categoria individual – só os de personagens japoneses concorreram. O critério de avaliação foi a média entre melhor fantasia e melhor interpretação.

Bandas como J. Kai e Yume que são brasileiras, mas cantam em japonês se apresentaram no palco do Anime Festival causando agitação na galera, que cantou eufórica as músicas temas dos desenhos.

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Andreza M. Barcelos

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LASA Comunicação lança Agenda das Noivas 2009

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A LASA Comunicação promoveu nesta quarta-feira, 11, um Show Room para o lançamento da Agenda das Noivas 2009, no Apolo Recepções, Santo Agostinho.

Depois das agendas para os cursos de Medicina, Medicina Veterinária, Farmácia e agendas de Formatura a LASA Comunicação contempla um novo público, o das noivas. Suas agendas têm como propósito organizar e orientar as noivas e são distribuídas gratuitamente.

As agendas são patrocinadas por empresas do segmento como buffet’s, cerimoniais, filmagens, bandas de música e decoração. As páginas que iniciam os meses do ano sempre têm anúncios dos patrocinadores, “eles estarão sendo visto o tempo todo, assim, tendo mais possibilidade de negócios” afirma o Diretor Geral da LASA, Alysson Ladeira.

Todos os patrocinadores estavam presentes no Show Room demonstrando seus produtos e serviços. “Esse evento é um ponto de apoio para podermos mostrar nossos produtos para os clientes” diz Alex Moreira, Cerimonial Emérita.

Houve também distribuição de brindes e desfile de noivas apresentando as novas tendências “temos aqui um espaço para a divulgação dos vestidos e acessórios e o retorno é muito grande” conta Daniela Neiva, da grife Giulliano Oliva.

O evento proporcionou às noivas conhecer um pouco de cada serviço relacionado à preparação do casamento, como conta a noiva Juliana Silva “é muito bom ter tudo que precisamos ver e saber em um só lugar”.

Para facilitar há o “Guia Rápido” no final da agenda, onde as noivas ficam sabendo em qual mês tem o anúncio de determinada empresa. E a noiva que quiser adquirir sua agenda é só entrar em contato com a LASA por telefone, (31) 3324-7149, ou e-mail, contato@lasacom.com.br, para saber onde buscar seu exemplar.

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Andreza M. Barcelos

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Editora Aletria lança “Feira de Histórias”

Capa livro Aletria

A Editora Aletria lançou, no último sábado, 7, o livro Feira de Histórias, na Livraria Quixote, Savassi. A obra trata-se também de um registro histórico da Feira Tom Jobim, tão tradicional em Belo Horizonte.

O livro foi organizado pelas contadoras de histórias Beatriz Myrrha e Rosana Mont’Alverne que reuniram 12 histórias de tradição oral que foram contadas ao longo do ano de 2008 na Feira Tom Jobim, onde acontece desde 2007, sempre aos sábados, o projeto Feira de Histórias organizado pelo Instituto Cultural Aletria. “Estamos ali para unir pessoas.” conta Beatriz Myrrha.

As histórias tratam de temas como contos de fadas, lendas e assombração e são separadas pelos meses do ano. As culturas árabe e italiana também estão presentes no livro e apesar de o livro ter uma estética infantil o que segundo Rosana “É a cara da feira” ele é destinado às crianças de todas as idades. A intenção das organizadoras também é a de mostrar como é importante preservar a narração oral, que faz parte do nosso patrimônio histórico.

Alguns dos critérios de seleção das histórias foram os mais queridos do público e os que representam datas comemorativas, por exemplo, no mês de novembro comemorou-se o centenário da morte de Machado de Assis e no mês de novembro do livro há um conto de Machado, ‘’Assim incentivamos a leitura Machadiana que tantos acham difícil” afima Rosana Mont’Alverne.

Além das histórias o livro também apresenta depoimentos e fotos dos feirantes e suas barracas, dicas culinárias, fotos dos contadores de histórias e a coluna Fala Saci! onde encontramos comentários em forma de adivinhas, ditos populares, cantigas, representações do patrimônio cultural brasileiro. “O livro traz não só um registro histórico e literário como também o registro da humanidade” diz Beatriz.

Patrocinado pela COPASA o projeto “Feira de Histórias” também conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e com a parceria da Associação os Expositores da Feira Tom Jobim.

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Andreza M. Barcelos

Site BH Eventos

Colégio Efigênia Vidigal estimula responsabilidade social

AVEC

Em 2001 educadores do Colégio Efigênia Vidigal criaram a Associação Efigênia Vidigal de Educação e Cultura (Avec) com o intuito de fazer um trabalho social, que envolvesse pais, alunos, funcionários e a comunidade em geral. Toda a estrutura e investimentos do projeto são feitos através de doações e voluntariado, “É o mínimo que podemos fazer, uma vez que esperamos um mundo melhor” diz Rochele Neves de Ávila, Pedagoga e voluntária.

Os serviços oferecidos pela Avec são proporcionados àquelas pessoas que não tem oportunidade, portanto, são de cunho cultural, educacional e ecológico. Devido ao trabalho social realizado, conforme a lei nº 9.204 de 18/05/2006, a Avec foi  declarada de Utilidade Pública.

São vários os eventos realizados pela Avec, para crianças de 3 a 13 anos tem o Sábado Recreativo, que acontece mensalmente no Centro de Apoio ao Cidadão (CAC), no bairro Havaí. Lá são montadas oficinas pedagógicas como as de origami, jogos e brincadeiras, percussão com o corpo e contação de histórias. As crianças fazem rodízio pelas oficinas, para que todas aproveitem um pouco de cada atividade, entre 50 a 90 crianças são beneficiadas pelo projeto.

Há 3 anos no Dia do Voluntário, a Avec realiza um evento no Centro de Convivência Paulo Penido, no Bairro Bonsucesso, onde 65 idosos são assistidos. Atrações como pintura facial, salão de beleza e a visita do papai Noel fazem a alegria dos idosos. Roupas, sapatos, alimentos e materiais de higiene pessoal também são doados pela associação.

A comunidade escolar do Colégio Efigênia Vidigal sempre participa dos eventos promovidos pela Avec,“Temos que envolver os adolescente no serviço social, porque são eles que darão continuidade ao trabalho” diz Miriam Visconti, vice-presidente da Avec. Um exemplo dessa participação é a Gincana Solidária que acontece todo ano com intuito de arrecadar produtos em prol da Festa da Criança que acontece na cidade de Acaiaca. Dentre os atrativos da festa estão brinquedos como o pula-pula e a cama elástica, oficinas de pintura e de teatro também são montadas para divertir as cerca de 700 crianças. O apoio da Prefeitura local se faz presente no evento, com a doação da aparelhagem de som e do espaço para a realização da festa.

A fim de trazer mais oportunidade aos beneficiados pela Avec, em 2007, foi criado o centro de desenvolvimento profissional Efigênia Vidigal (Cepev). São oferecidos cursos de pequena duração, como auto-massagem, dança de salão, oficina de teatro e scrapbooking, são de custo acessível e disponibilizados para adultos e adolescentes.

 

Andreza M. Barcelos

Jornal Hoje em Dia

Teoria aliada à prática e ao trabalho social

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Alunos, dos últimos períoos, do curso de psicologia da Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte em parceria com a fundação espírita Fundamigo fornece à população carente, principalmente para as crianças, um acompanhamento psicológico.

Esse projeto é coordenado por Maria Luisa de Oliveira Salomon, que também é responsável por supervisionar a conduta e aproveitamento dos estagiários. O acompanhamento acontece aos sábados e de acordo com a coordenadora essa é uma experiência humana muito importante em termos de crescimento pessoal, tanto para ela quanto para seus alunos, já que no projeto vê-se uma realidade diferente das apresentadas nos consultórios.

Os trabalhos desenvolvidos com as crianças ajudam na ampliação de suas habilidades motoras, cognitivas e de socialização. Na sala onde acontece o trabalho, chamada de escolinha pelas crianças, eles tem a oportunidade de ler livros infantis, escrever, brincar em grupo, jogar varetas e xadrez, a fim de desenvolver o raciocínio, “Essa atenção dada a eles é muito importante, já que na maioria dos casos essas crianças não têm atenção pessoal em casa”, conta Maria Luisa.

Há também acompanhamento terapêutico com pessoas depressivas, alcoólatras ou que necessitem de alguma assistência psicológica, porém, tem que haver disponibilidade e vontade, por parte de quem necessita do serviço, para o atendimento individual. Maria Luisa tem o projeto de construção de uma sala de psicologia para ter mais amparo nesse tipo de atendimento.

Todo trabalho é feito através de doações, voluntariado e disponibilidade das pessoas para a condução, já que a maioria não mora próximo à fundação. “Venho todo sábado, só que chego mais tarde porque não moro aqui perto e não tem ninguém para me trazer mais cedo” conta Maycon Ângelo da Silva Souza,11, beneficiário do projeto.

 

São atendidas pelo projeto 40 pessoas, em média, entre crianças e adultos. “A gratificação em ajudar essas pessoas é muito grande, além de tudo é uma experiência de vida” diz Márcia Peixoto de Melo, estagiária. São de 10 a 15 universitários por semestre e eles se dividem em dois horários aos sábados, uma turma fica de 9h às 10h30 e a outra de 10h30 às 12h e durante a semana há o Plantão Psicológico que acontece toda terça e quarta-feira entre 14 e 16 horas.

A Fundamigo está localizada à Avenida dos Esportes, 777, Coração Eucarístico e além de oferecer o serviço psicológico também fornece roupas, sapatos, acompanhamento pré-natal, distribui cestas básicas, para pessoas cadastradas e oferece, aos sábados, mais de 500 litros de sopa às pessoas que comparecem na fundação.

Andreza M. Barcelos

Ietec investe em responsabilidade socioambiental

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  Uma das características que compõem o Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) é a preocupação ambiental. Há 21 anos no mercado de ensino continuado o Ietec é tido como exemplo em toda América Latina.

 

  O Ietec realiza e incentiva vários trabalhos relacionados à preservação do meio ambiente. Foi pioneiro na utilização de papel reciclado em seu material de divulgação, o jornal interno do Instituto que também é produzido com material reciclado, as lâmpadas utilizadas no prédio são econômicas e o nome da empresa não veicula em outdoors, antes mesmo da lei que coíbe a propaganda em ambientes externos. Como em qualquer escola no Ietec há um vasto volume de material reciclável, sendo assim, há uma parceria com a Asmare que sempre passa e recolhe os papéis, plásticos e metais para reaproveitamento.  

 

  Depois da Rio-92 o Ietec criou a Ecolatina (Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social) que é uma referência no que diz respeito a eventos de questões ambientais. Durante a última Ecolatina, em 2007, compareceram mais de 900 palestrantes de toda parte do mundo e representantes de 31 países. “É importante trazer o Governo, empresas e ONG’s para discutir um tema de interesse comum”, diz Ronaldo Gusmão, Diretor Executivo do Ietec e Coordenador Geral da Ecolatina.  

 

  Além de ser o primeiro Instituto de Minas Gerais a dispor de pós-graduação nos cursos Engenharia Ambiental e Gestão Ambiental, o Ietec também oferece mais de 15 cursos gratuitos na área do meio ambiente, como construções sustentáveis, análise de risco ambiental, utilização racional de energia e ecodesign, onde se trata do ciclo de vida do produto. Há na empresa a responsabilidade social de disseminar o conhecimento “Passamos para eles todo nosso conhecimento acumulado, praticamos o que ensinamos” diz Ronaldo.

 

  À convite do vereador Tarcísio Caixeta (PSB), em 2003, o representante do Ietec Ronaldo Gusmão liderou mais de 20 instituições, de entidades privadas à grupos não-governamentais, para a elaboração de emenda ao projeto de lei do Código de Posturas da Cidade.  A parte é relativa ao engenho de publicidade e rigor ao não cumprimento da lei, objetivando diminuir a poluição visual em Belo Horizonte que já é a 4º cidade mais poluída do Brasil.

 

 O prédio onde funciona o Ietec se localiza na Savassi e por ser mais antigo não foi construído com base em preocupações ambientais, por isso há um projeto de construção de uma sede própria, toda em processo de construção sustentável. Na revista eletrônica do Instituto a TecHoje, no site www.ietec.com.br, estão disponíveis mais de 50 programas sobre meio ambiente.

 

Por Andreza M. Barcelos

 

 

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